quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Lançamento do livro EXPERIMENTÂNEA 7 DO GRUPO EXPERIMENTAL DA ACADEMIA ARAÇATUBENSE DE LETRAS!!!

Publicado todo ano, o livro Experimentânea reúne diversas obras de escritores da Academia Araçatubense de Letras e, pela primeira vez, eu estou publicando algumas poesias neste livro!

Aguardem!

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Bolhas Verdes
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Mista sobre tela


Sol Nascente
(Exposição Viva Japão de Araçatuba em comemoração ao centenário da imigração japonesa)
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Mista sobre tela




Gueixa
(Exposição Viva Japão de Araçatuba em comemoração ao centenário da imigração japonesa)
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Mista sobre tela



Fantasia
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Mista sobre tela

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

JEITO

Pouse seus pensamentos

Nos meus sentimentos

E faça do seu jeito:

Amor com respeito,

Amor direito,

Amor sem efeito.

Pouse suas mãos

No meu peito,

Sinta meu coração

E faça do meu jeito:

Amor sem precaução,

Amor sem noção,

Êxtase perfeito!


Vinicius Javaroti




ART. 1°


Da opinião inalterável

Do esforço incansável

Do vírus incontrolável

Do lugar inacessível

O sentimento inexplicável.

Do fogo incessante

Da sede insaciável

Do desejo inesgotável

Tu és dor minha incurável

Paixão inevitável.

Vinícius Javaroti

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

SUBLIME DELÍRIO

Seu fantasma habita o vazio do meu quarto escuro,

Mas ainda posso vê-lo ofegante

Aos pés da minha cama.

Sublime delírio!

Sua voz ainda ecoa

Em pérfidos versos:

– “Te amo... Te amo... Te amo...”

Sublime delírio!

Seu perfume, antes suave,

Agora me entorpece

Antes doce,

Agora me intoxica

Sublime delírio!

Quando me toco,

É seu toque que sinto

E o reflexo que vejo no espelho

Não sei mais se é o meu, ou o seu

Sublime delírio!

Quando pensei que eu estava te roubando,

Você já tinha baleado meu peito,

Tão frágil!

Quando pensei que eu era o ladrão,

Já tinha me tornado vítima da ilusão.

Vítima desse sublime delírio!

Vinícius Javaroti



DESCULPE-ME MEU AMOR

Desculpe-me meu amor

Por ter lhe conquistado

Minha angústia era grande

E eu precisava ser consolado

Desculpe-me meu amor

Se hoje já não lhe digo mais que lhe amo,

Mas saiba que ainda é por seu nome que eu chamo.

Desculpe-me meu amor

Por ter lhe feito feliz um dia,

Hoje vi que tanta felicidade

Virou minha covardia.

Desculpe-me meu amor

Por ter lhe magoado,

Verdadeiros sentimentos

Nunca devem ser ignorados.

Desculpe-me meu amor

Por não ter lhe ajudado

A vida nos uniu,

Mas o destino quis nos ver separados.

Desculpe-me meu amor

Por não ter lhe dado o que você realmente merece,

E se um dia eu lhe encontrar novamente

Quero que as coisas aconteçam naturalmente

Por favor, meu amor, me perdoe eternamente...

Vinícius Javaroti.



quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Algumas palavras de Ana Carla Dallan...

"Meu poeta! vestes como suas mãos tecem o papel?
Num breve balanço de verdades escondidas,
Num quarto inerte e silencioso,
Tal qual a beleza de suas letras, no vai e vem de curvas linhas... entoa o som melancólico de uma alma grandioza, de um ser maravilhoso, uníco e admirável...
Meu poeta, meu Vini, meu vínculo de poesia e angústia,
Pra você nada mais é tão merecedor, do que as suas mãos entoam neste pedaço de papel..."

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

SENTIMENTO EM SEGREDO


Aqui eu busco meu refúgio,
Aqui eu me expludo.
Escrevo, conto, canto minhas dores;
Meus sentimentos, meus horrores!
Aqui meus segredos se esvaecem
E v
oltam em tempestade.
Vivo, busco e morro
Em um lugar,
Que é aqui.
Eu não sei explicar essa metamorfose que ocorre
Quando estou aqui...
Escrevendo meus sentimentos em segredo...
Vinicius Javaroti



CHUVA PASSAGEIRA


Chuva passageira,

Só vem para borrar meus sonhos

Feitos e escritos de sangue

Que terminam antes mesmo

De eu acordar de uma imensa ilusão:

Que é a vida,

Que é a razão.

O que me resta agora é chorar...

Quando meu sonho acaba

Antes de se realizar.

Vinícius Javaroti

terça-feira, 8 de setembro de 2009


TENTO VOAR


Cruel silêncio é a dor da minha alma

Que grita, que chora

Que em torturante esconderijo se tornou.

Palavras soltas de bocas feridas

No meu próprio caminho

Não me deixam caminhar

Tento voar...

Queria eu com um grito

Sufocar minha dor

Mas quem se sufoca sou eu...

Criança impedida de brincar

Pois são dolentes minhas tentativas de voar.

No ninho das incertezas

Não pedi para pousar

Há caminhos sinuosos

Que não posso mudar

E como ave que tenta voar,

Estendo minhas asas...

Quero me libertar!

Vinícius Javaroti

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

NOITE PASSADA

Que desejo insano é esse

Que me acende uma chama ardente?

Será o desejo de amar?

É o desejo de te encontrar novamente,

Ouvir seus suspiros ao pé do meu ouvido,

Sentir o calor do seu peito no meu,

Ser argila em suas mãos de veludo

E me sentir seguro com suas doces palavras...

Meu anseio é repetir esse suingue

O qual o coração e o prazer

Que levam a dança,

Que apesar do medo, o pesar não existe.

Como na noite passada,

Quero ficar algemado em seus braços,

Ao suave aroma do seu perfume

E ao solo de suas palavras,

Satisfazendo meus desejos,

Matando-me de prazer...

POESIAS...


Poesias são palavras,

Poesias são segredos contados,

Mas nem sempre revelados.

São sentimentos perdidos,

E encontrados no fundo do coração,

Poesia não sou eu,

Poesia é o meu eu.

É talento escondido,

Perfil refletido.

Poesia é desejo de liberdade.

Forma de expressividade

Com vontade de amar

E se aventurar para uma nova vida,

Onde os sonhos de realizam

E a realidade não existe.

Poesia... Palavra,

Perfeita harmonia!

Sou eu,

Sentimento e companhia,

Fazendo poesia...

Vinícius Javaroti



EMBRIAGUEZ

Bombeando o doce vinho seu

Nas veias do corpo meu

Lanço-me a embriaguez.

Escrevo palavras que saem de um cálice de sordidez

Calo razões

Calo minha timidez

Desabafo outra vez

E tomando mais um gole,

E mais dois...

E mais três...

Lanço-me a embriaguez

Ilustrando em palavras

Minha insensatez.

Vinícius Javaroti